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O IV Festival Alagoano de Música Erudita, Falame, já tem data marcada! Entre os dias 25 e 29 de outubro, os amantes da música podem participar das atividades do festival, que começa com concerto didático gratuito do projeto Quartas Eruditas, segue com oficinas e se encerra com o ponto alto que são as apresentações dos grupos convidados e da Camerata Ero Dictus no Teatro Deodoro. Os ingressos para assistir aos concertos custam R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 a meia entrada e estão à venda na bilheteria do Teatro Deodoro, a partir das 14h, e no estande do Viva Alagoas, no Maceió Shopping.

Com direção artística e regência de Max Carvalho, o evento é organizado pelo Instituto de Cultura Ero Dictus, presidido por Benedito Pontes e Oriêta Feijó, e tem apoio da Fundação Municipal de Ação Cultural por meio do edital Eris Maximiano e da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas, Diteal, além de empresas. O tema desta edição é: Falame nos 200 anos de Alagoas, uma homenagem ao bicentenário de Emancipação Política do Estado.

“Estamos em um processo de construção do IV Falame, no qual buscamos um olhar mais atento à diversidade das possibilidades da música de concerto, que também pode dialogar com elementos folclóricos e populares, como bem fizeram grandes compositores como o alemão Johannes Brahms, o tcheco Antonín Dvořák, e no Brasil os cariocas Heitor Villa-Lobos e César Guerra-Peixe, o paraense Waldemar Henrique e o alagoano Hekel Tavares. A música é uma linguagem universal. Nessa perspectiva, a história da humanidade e da música universal, e Alagoas em sua relação com o mundo desde bem antes de sua emancipação até os dias atuais”, explicou o diretor artístico e regente, Max Carvalho.

O presidente do Instituto de Cultura Ero Dictus, Benedito Pontes, explicou que tudo começou com a camerata Ero Dictus com a proposta de se apresentar à sociedade alagoana para interagir em torno de um ideal comum: o gosto pela música de boa qualidade e pelo desejo de preservar e difundir a música erudita, comprometida com a descoberta de novos talentos, com a inclusão social, a formação de plateia e a democratização e estudo da música de concerto. Com o passar do tempo, o grupo foi sentindo a necessidade de criar um Instituto de Cultura para oferecer um suporte de legalidade à camerata sem fins lucrativos.

“Nessa trajetória, a pianista Oriêta Feijó e eu como fundadores do Instituto, apoiados por maestros e músicos, conseguimos realizar vários concertos culminando com o FALAME, Festival de Música Erudita, que foi realizado nos anos 2013 a 2015. Este ano de 2017, financiado pela lei de incentivo fiscal municipal, estaremos promovendo mais um FALAME, com a presença de músicos locais, regionais e internacionais. Sinto-me honrado em fazer parte desse Instituto na qualidade de presidente”, complementou Benedito Pontes.