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Bolsonaro é comparado a Paola Bracho, de “A Usurpadora”

Sucesso no México em 1998, e no Brasil – com sete exibições, entre 1999 e 2017 – a novela “A Usurpadora” voltou à cena, em meio à disputa, no segundo turno, pela presidência da República entre Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). Uma cena da vilã Paola Bracho (Gabriela Spanic) fingindo estar inválida vem sendo associada a Bolsonaro.

Na sequência, após fazer-se de doente para escapar da justiça, por ter colocado sua irmã, Paulina (também Spanic), em seu lugar – ludibriando a família Bracho –, Paola levanta da cadeira de rodas, estando sozinha em seu quarto. A empregada Lalinha (Paty Díaz), contudo, entra no cômodo repentinamente, obrigando a malvada a se atirar no chão, forjando, novamente, a invalidez.

O comportamento de Paola nesta cena vem sendo comparado ao de Bolsonaro, que ensaia faltar aos debates promovidos pelas emissoras de TV aberta – evitando o confronto direto com seu oponente, Haddad –, alegando obedecer “recomendações médicas”; o candidato, cabe lembrar, foi vítima de um atentado durante evento de campanha, em Juiz de Fora, Minas Gerais, no dia 6 de setembro.

A princípio, estão previstos debates na Band (12 de outubro, 22h), na Gazeta (14 de outubro, 19h30), na RedeTV! (15 de outubro, 22h), no SBT (17 de outubro, 18h20), na Record (21 de outubro, 22h) e na Globo (26 de outubro, 21h30). Por conta da já anunciada ausência de Bolsonaro, Band e RedeTV! já estudam cancelar ou adiar os confrontos, segundo informações da revista Exame.

Confira:

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