Luz azul do celular acelera processo de cegueira afirma estudo Luz azul do celular acelera processo de cegueira afirma estudo | ANTENA CRÍTICA
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POLÊMICA

Luz azul do celular acelera processo de cegueira afirma estudo

Por Redação | 12/08/2018 | 09:28
Foto: Reprodução | Internet Luz azul do celular acelera processo de cegueira afirma estudo

Os malefícios de ficar muito tempo olhando o celular são diversos e conhecidos. Tanto que, atualmente, aplicativos e até mesmo aparelhos celulares estão desenvolvendo alertas para quem saibamos a hora de deixar o aparelho de lado.

Agora um estudo publicado recentemente na revista Scientific Reports, realizado por pesquisadores da Universidade de Toledo, em Ohio, nos Estados Unidos, indica que a luz azul emitida pelas telas de smartphones pode ser mais prejudicial do que se pensava.

Isso acontece porque a exposição prolongada à luminosidade liberada pelo dispositivo faz com que a retina passe por uma série de reações que favorece o surgimento de moléculas venenosas nas células dos olhos que são sensíveis à luz.

Esse processo pode acarretar em uma degeneração macular, que é a degradação da mácula, a região da visão responsável por captar os detalhes. Os principais sintomas para quando acontece essa alteração são: a vista fica embaçada e o indivíduo pode perceber uma mancha preta no centro da visão. Degeneração macular é uma condição comum especialmente em pessoas com mais de 60 anos, e o resultado pode ser a completa perda da visão.

A criação dessas moléculas prejudicais aos olhos acontece porque a vista humana não é capaz de refletir e/ou bloquear a luz azul, como explicou Ajith Karunarathne, professor assistente do Departamento de Química e Biologia da Universidade de Toledo. E o resultado disso pode ser a destruição de todas as células conhecidas como fotorreceptores e, consequentemente, a perda completa da visão – já que essas partículas não são capazes de se refazer, relatou Kasun Ratnayake, um dos estudantes envolvidos no estudo.

Para que não houvesse dúvidas sobre a gravidade da exposição à luz azul, os pesquisadores infiltraram moléculas da retina em outros tipos de células presentes no corpo humano, como as do coração e neurônios, e também em células que podem vir a surgir, como as cancerígenas. O resultado foi preocupante: em nenhum dos casos, as células da retina sobreviveram quando expostas a esse tipo de luminosidade.

Para aqueles que querem proteger os olhos dessa luz e manter uma boa visão, Karunarathne indica o uso de óculos escuros que filtrem os raios UV e também a iluminação azul, além de, claro, evitar mexer no celular em ambientes escuros, pois a exposição à luminosidade emitida pela tela é maior.

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