Veja cinco coisas para NÃO fazer na Black Friday Veja cinco coisas para NÃO fazer na Black Friday | ANTENA CRÍTICA
Veja cinco coisas para NÃO fazer na Black Friday | ANTENA CRÍTICA
SEGURANÇA

Veja cinco coisas para NÃO fazer na Black Friday

Por Tecnoblog | 21/11/2018 | 10:04
Foto: Reprodução | Internet Veja cinco coisas para NÃO fazer na Black Friday

Na correria para aproveitar uma oferta na Black Friday, é comum esquecer ou ignorar de alguns bons hábitos de segurança. Fato que a maioria deles já estamos carecas de saber, mas não custa lembrar: evite lojas não recomendadas, sites inseguros, desconfie de promoções incríveis (e válidas apenas por e-mail ou redes sociais). A lista de dicas de não para de crescer, mas fizemos um resumo prático do que fazer (ou não) online.

A Black Friday 2018 acontece nesta sexta-feira, 23 de novembro. E, como todo grande evento, chama a atenção de milhões de pessoas. A data é um período de caça ao tesouro para os cibercriminosos que se aproveitam das nossas falhas e hábitos.Uso – cartão de crédito

O que não fazer na Black Friday?

1.NÃO compre em lojas com URLs sem HTTPS

Sites confiáveis têm um “S” no seu endereço de URL. Esse “S” certifica que a conexão entre o seu aparelho e o site é segura. Isso quer dizer seus dados pessoais, de cartão de crédito e bancários não serão interceptados no processo de compra. É comum que sites https:// mostrem um cadeado fechado na URL da página e o endereço na cor verde.

A dica é válida não só para sites de lojas como também para páginas de bancos, cooperativas de crédito e outras instituições financeiras — que provavelmente você vai acessar para fazer pagamentos — que são os principais alvos de ataques de phishing.

O https porém não garante que o site é seguro. Golpistas conseguem adquirir certificados como esses em sites de phishing. Portanto, acompanhe as próximas dicas.

 

2.NÃO compre em lojas que aparecem na lista do Procon-SP

Além de checar a segurança do site da loja, evite comprar em empresas que aparecem na lista do Procon-SP. A instituição mantém a lista desde o ano de 2012 e atualiza os nomes periodicamente. Ela reúne lojas online que tiveram reclamações, foram notificadas mas não responderam ou que seus responsáveis nem foram encontrados.

São mais de 400 lojas (algumas já estão fora do ar); confira a lista aqui: Evite esses Sites.

 

3.EVITE promoções válidas apenas por links encurtados

É muito comum ver mensagens de e-mail, via WhatsApp, SMS ou Facebook e Instagram, distribuindo links infectados com sites que, na verdade, são cópias de grandes lojas. O objetivo é enganar os desatentos que acabam incluindo dados em um site falso. Não clique diretamente nesses links, acesse o site original e verifique se a oferta é válida.

 

4.NÃO use redes de Wi-Fi públicas para fazer compras

Essa dica vale para o ano todo. Em especial, na Black Friday, o senso de urgência pode nos fazer cometer alguns erros. Evite fazer transações comerciais online em redes públicas, inseguras ou sem senhas de shoppings, aeroportos, bares e restaurantes.

 

5. EVITE baixar aplicativos desconhecidos

O perigo pode estar também na lojas de aplicativos. Com promessas de oferecer cupons ou avisar preços mais baixos, falsos aplicativos de lojas e/ou pagamentos podem ser uma furada. Baixe apenas apps indicados no site oficial da loja você costuma comprar.

Bônus: NÃO se deixe levar pelo senso de urgência

O senso de urgência para finalizar uma compra online nem sempre é real. Tenha cuidado com anúncios com contadores regressivos de minutos e/ou mensagens como “clique agora”. Essas são formas comuns de fazer você agir sem pensar e realizar compras em sites falsos, cuja identidade visual é quase idêntica para causar confusão.

O que fazer na Black Friday?

Desconfie de tudo

Newsletters, e-mails, mensagens com saudações genéricas e qualquer comunicação que não foi solicitada podem ser sinal de golpe de phishing. Ignore boletos de produtos ou serviços que você não solicitou ou brindes e promoções em que você não se inscreveu.

Analise a URL de sites e e-mails

Confira atentamente a URL que você vai comprar e o remetente dos e-mails que você recebe. Em ataques homográficos, golpistas que se aproveitam de nomes famosos e a combinação de caracteres pouco comuns. Em vez do “m”, usam “rn” (RN) para, em um “golpe de vista”, fazer “rnercadolivre” se parecer com “mercadolivre”. Ou “arnericanas”, com “americanas”. Há exemplos com caracteres de outros alfabetos também.

Use uma VPN

Mesmo que esteja fazendo compras em casa ou no trabalho, usar uma VPN nunca é demais. Sua comunicação com a internet será encriptada e protegida de interceptação, evitando que seus dados fiquem visíveis para pessoas não autorizadas. Você estará fazendo compras e transações bancárias e não deve correr o risco de perder dinheiro.

Atualize o seu antivírus

Alguns antivírus usam a lista do PROCON-SP e outras black lists para bloquear o acesso a sites falsos, maliciosos e que já foram reportados como golpes de phishing. Verifique se o seu está em dia com essas informações e faça update com as últimas vacinas.

Verifique informações básicas das lojas

Em qualquer situação (com ou sem Black Friday), cheque informações da loja como Razão Social, CNPJ e endereço. A ausência de dados no site pode indicar problema.

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